E aí pessoal, tudo bem? Cá estou eu de volta para mais uma resenha, e dessa vez, o livro será Assassins Creed – Renegado, do autor Oliver Bowden. Espero que vocês curtam e não deixem de compartilhar com seus amigos! Vamos lá pra resenha.
Nome do livro: Renegado
Autor: Oliver Bowden
Editora: Record
Número de páginas: 350
Resenha: Antes de falarmos sobre o livro, devemos primeiro entender a história que é tratada nele, os Assassinos. Os Assassinos são um grupo de pessoas que tem como destino proteger os pedaços do Éden das mãos dos Templários, e os pegar para eles, para tornar o mundo um lugar melhor. Os Pedaços do Éden são artefatos que existem á milhares de anos. Eles separados, cada um tem seu determinado poder, mas quando eles se unem, eles tem o poder de salvar ou destruir toda a humanidade. Os Templários têm o mesmo propósito que os Assassinos, porém, eles querem tornar o mundo um lugar melhor de outras maneiras. Das piores maneiras possíveis. Sabendo disso, agora vamos para o livro.
O livro é narrado em duas perspectivas: na de Haytham Kenway, um Templário, e na de Connor Kenway,(ou Ratonhaké:ton, seu nome indígena) um Assassino. Connor é filho de Haytham.
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Connor Kenway na direita e Haytham Kenway na esquerda. |
Na perspectiva de Haytham, ele é apresentado primeiro como criança, sem saber que seu pai Edward Kenway fora na verdade um Assassino pirata. Porém, um dia, soldados britânicos invadiram sua casa e seu pai fora morto. Então, Haytham é levado até os aposentos de Reginald Birch, o líder dos Templários em Boston. Já adulto e com Reginald, Haytham vai em busca de vingança, procurando em cada pista, o responsável pelo assassinato de seu pai. A perspectiva de Haytham tem um foco maior que a de Connor, pois é um assunto que não fora abordado nos jogos feitos pela Ubisoft.
Na perspectiva de Connor, ele também é apresentando criança, mas em uma origem diferente: ele era indígena. Um dia, Connor saiu para brincar na floresta. Mas Reginald Birch e seus homens estavam no local da brincadeira, e os homens bateram em Connor, que desmaiou. Quando acordou, sua aldeia estava em chamas, e sua mãe estava morta. Então Connor é destinado por meio de uma alucinação á seguir o caminhos dos Assassinos, e é levado até Aquiles, seu treinador. Aquiles o treina por um longo tempo, e é com esse treinamento e a coragem pra guerra que o levam a buscar vingança contra quem incendiou a aldeia onde vivia seu povo.
E em uma missão em Boston, Connor vê seu pai pela primeira vez, e é informado por Aquiles de que ele é o responsável pela tragédia em sua infância. E a partir desse momento, Connor e Haytham estão mais ligados do que nunca.
O bom dessa série é que os livros não são diretamente ligados, ou seja, dá pra ler um sem precisar ler o outro. Eu por exemplo, comecei por esse, que é o terceiro livro da série e não fiquei perdido em nenhum momento da história.
Eu gostei muito do livro, por ser meu primeiro livro no gênero Ficção Histórica - que é um gênero que estarei explorando bastante nos próximos meses. Tá certo que não é aquela ficção histórica que conhecemos, pois envolve um pouco de fantasia. Mas de qualquer forma de encaixa no gênero.
Ah, e além dos livros, eu também recomendo vocês a jogarem os games produzidos pela Ubisoft. Além de acrescentar detalhes para a história, dá pra ter uma perspectiva visual de como era as coisas naquela época.
E essa série está na lista de ''Séries que não acabei mas pretendo terminar''.
Avaliação: 4/5
E eu espero que você tenha curtido essa resenha. Compartilha aí, pra dar uma força pra mim, haha. Fiquem ligados nas próximas atividades, e valeu!
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